
Grande violonista e poeta, Geraldo coleciona clássicos como Dona da Minha Cabeça" e “Táxi Lunar”
Agenda Cultural
Comemorando mais de 50 anos de trajetória e 80 anos de vida, Geraldo Azevedo sobe ao palco dia 17 de abril, acompanhado de seu violão
31 de março de 2026
Comemorando 50 anos de trajetória, Geraldo Azevedo sobe ao palco dia 17 de abril, acompanhado apenas de seu violão e sua voz inconfundível, criando uma atmosfera emocionante para um repertório de diferentes fases e parceiros musicais, como Dona da Minha Cabeça, Moça Bonita, Chorando e Cantando, Táxi Lunar
O cantor e compositor Geraldo Azevedo se apresenta em Natal no dia 17 de abril, no Teatro Riachuelo, com o espetáculo intimista “Voz & Violão”. Com mais de 50 anos de trajetória e aos 80 anos de idade, Geraldo Azevedo segue como pilar da MPB, produzindo e sendo uma referência para as novas gerações de público e de artistas, impulsionados pela atemporalidade de suas composições.
Geraldo Azevedo sobe ao palco acompanhado apenas de seu violão, criando uma atmosfera acolhedora e emocionante. O repertório passeia por diferentes fases de sua carreira, reunindo clássicos que atravessam décadas e seguem vivos na memória afetiva do público.
Entre os destaques do setlist estão “Dia Branco”, “Dona da Minha Cabeça”, “Caravana” e “Táxi Lunar”, além de “Bicho de Sete Cabeças” e “Moça Bonita”. O show também inclui músicas como “Canta Coração”, “Chorando Cantando”, “Estrela Guia” e “Sabor Colorido”, além de releituras e interpretações de obras marcantes da música brasileira, como “Paula e Bebeto” e “Sabiá”.
O formato “Voz & Violão” permite ao artista maior liberdade na condução do espetáculo, adaptando o repertório de acordo com a resposta do público. “Gosto muito desse formato, pois tenho liberdade no repertório. Se percebo que a plateia quer algo mais romântico, sigo nessa linha. Se quer dançar, puxo um forró”, costuma destacar o cantor.
Reconhecido como um dos grandes nomes da música brasileira, Geraldo Azevedo construiu uma obra marcada pela fusão de influências — da bossa nova aos ritmos nordestinos — e por parcerias históricas com artistas como Alceu Valença, Zé Ramalho, Vital Farias,Capinam, Fausto Nilo, Nando Cordel, Carlos Fernando. Muitas de suas canções foram imortalizadas também na voz de Elba Ramalho. Ao longo de sua carreira, também integrou projetos marcantes como “O Grande Encontro”.
O artista vai lançar em 2026 o álbum gravado ao vivo “Oitentação”, que celebra seus 80 anos da turnê iniciada ano passado, na qual inclui raridades como o reggae “Só Porque”, lançada em 1989.
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